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Coronavírus está influenciando a modernização da construção civil

A pós pandemia, além da modernização tecnológica no setor da informática, trará grandes mudanças na industrialização das edificações, assim como é hoje na Europa ou nos Estados Unidos.

Tudo o que puder ser feito fora do canteiro, com o menor envolvimento de pessoas, seja pelos novos hábitos de distanciamento, seja pelos riscos de segurança que o canteiro apresenta, serão bem vindos.

** Formas ICF e não IFC.

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Apenas ações interligadas farão a Construção Civil retomar o crescimento

O setor da construção estava apresentando tímidos indícios de retomada e recuperação, que não tinham como variável a crise ocasionada pelo Coronavírus, mas agora é preciso planejar a “retomada da retomada”, buscando novas formas de superar desafios e se adaptar as novas tendências em um mundo pós pandemia.

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PET reciclado ganha mais espaço na Construção Civil

Apesar das indústrias de artefatos plásticos e têxtil serem os maiores consumidores do PET reciclável, a construção civil enxerga horizontes e expande sua fatia no consumo desse subproduto através de tecnologias que utilizam o PET em materiais e sistemas construtivos.

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Métodos construtivos e paisagens vão mudar no pós pandemia

Profissionais da construção civil enxergam grandes mudanças no urbanismo e na mobilidade urbana após o período de pandemia do Coronavírus chegar ao fim. Segundo estes, é grande a tendência que metrópoles passarão a ter múltiplos centros comerciais, menores e mais espalhados, a fim de evitar grandes deslocamentos, aglomeração no transporte público e congestionamentos frequentes.

Outra tendência de mudança está relacionada com a valorização de espaços públicos a céu aberto que tendem a aglomerar muitas pessoas, como exemplo shoppings centers e estádios. Em um futuro breve, será comum espaços com shoppings de rua e outros estabelecimentos integrados ao espaço aberto.

A COVID-19 mostrou como devemos mudar nossos hábitos em relação a ambientes coletivos, sendo necessário investimentos, projetos e estudos para que novas construções possam se adaptar à nova realidade global.

Novas estruturas comerciais podem nascer no lugar de áreas industriais desativadas

O uso de áreas industriais desativadas (brownfields) para a concepção e implantação de investimentos mobiliários como parques, centros comerciais e edifícios residenciais, além de auxiliar na descentralização das cidades, contribui com a sustentabilidade, a partir da descontaminação do local e reintegrando-o ao ambiente urbano em um cenário pós pandemia.

Pensando na sustentabilidade e como recursos são finitos, num cenário após o Covid-19, a tendência é que construções com certificações ambientais, levando em conta o ciclo de vida dos materiais, eficiência energética e impactos no ambiente inserido estarão em alta.

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Como ficará o Minha Casa Minha Vida após a pandemia?

Analistas do setor da construção indicam que a habitação de interesse social sairá fortalecida após o fim da pandemia, sofrendo alteração no público alvo do programa.

O MCMV tem se mostrado muito eficiente concedendo financiamentos para as faixas 2 e 3 de classificação de renda, mas deverá se voltar às faixas 1 e 1,5 em breve (renda familiar entre R$1,8mil a R$2,6 mil). Esta análise conta com a concordância do presidente da Comissão de Habitação de Interesse Social da CBIC, Carlos Passos.

Após a crise, o mercado sairá mais pobre e menor, impulsionando quem trabalha com habitação de interesse social, pois a constatação é que a infraestrutura de moradia básica protege de doenças e epidemias, como a Dengue, Zika, Diarréia e Chikungunya. Essa busca por investimentos que caibam no bolso das pessoas irá requerer investimentos em tecnologia e industrialização.

Um dos pontos na modernização da construção civil será a exigência em baratear o processo de venda, atualmente muito caro e burocrático devido a grande quantidade de taxas, alvarás, assinaturas e reconhecimentos de firma. Todo esse processo deverá ser resumido com assinaturas eletrônicas, soluções rápidas, práticas e na teoria, menos onerosas.

Segundo Passos, a CBIC sugeriu a criação de um programa exclusivo para habitações de interesse social. Separados dos demais financiamentos imobiliários, o programa objetivará a construção de moradias dignas à população, em condições de pagamento que se encaixem na realidade das faixas 1 e 1,5. Há indícios que a estão Rogério Marinho poderá atender essa reivindicação por dois motivos: a urgência em retirar a população de baixa renda das áreas de risco e estimular o crescimento da construção civil, locomotiva da economia brasileira.

Mas enquanto a pandemia não chegar ao fim, seguem as mesmas regras estabelecidas em 2009 para o programa, mas espera-se que em um futuro próximo, a reforma do programa traga planos bem diferentes para o sistema de financiamento imobiliário do governo federal.