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Sites gratuitos para baixar famílias REVIT em 2025

Baixar famílias do Revit é uma tarefa que faz parte do dia a dia de muitos profissionais, mas pode ser um verdadeiro desafio quando se trata de famílias de qualidade…

Todos nós precisamos de um bom conteúdo para preencher nossos modelos, e se eles são gratuitos, melhor ainda!

Se você está cansado de perder tempo procurando famílias para seus projetos, esta entrada é para você! Aqui está uma lista dos melhores sites para baixar famílias Revit em 2025!

1. BIM OBJECT

BIM OBJECT disponibiliza um catálogo enorme de fabricantes e respetivos produtos, com uma interface bastante intuitiva e simples, facilitando a navegação e pesquisa por marca, categoria, materiais, tipos de construção e tipo de ambiente.

E o melhor de tudo é que o site já tem uma grande parcela dos maiores fornecedores brasileiros de materiais e objetos para a construção civil, tanto para a Engenharia quanto para a Arquitetura, recomendo fortemente o seu cadastro lá!

2. DOCOL

DOCOL já é uma grande conhecida, uma empresa brasileira de metais sanitários, que disponibiliza todo o seu catálogo no formato Revit. São produtos como registros monocomando, acabamentos para louças, duchas, duchas higiênicas e outros produtos.

O interessante do site é que você baixa o catálogo de uma só vez e carregar em seu projeto sempre que precisar!

3. GERDAU

Gerdau, uma das maiores fabricantes de aço do país agora disponibiliza em sua biblioteca os produtos destinados às estruturas metálicas.

Desenvolvidos para as plataformas Autodesk Revit, os modelos digitais dos Perfis Estruturais (W e HP) garantem mais velocidade e praticidade no desenvolvimento dos seus produtos.

4. SASAZAKI

Sasazaki é uma das maiores fabricantes de esquadrias do país e pioneira em bibliotecas BIM nacionais nesse nicho.

São diversas portas e janelas que facilitarão seu processo de orçamento e projeto.

5. PORMADE PORTAS

Pormade é a primeira empresa de portas no Brasil, a lançar uma biblioteca de produtos, para a plataforma BIM. Nesta biblioteca, o usuário além de visualizar todos os produtos fabricados pela empresa, também poderá inserir estes modelos em seus projetos e obter informações relevantes, de como este produto irá interagir com o processo de execução das paredes do seu empreendimento.

6. AMANCO

Principal concorrente da Tigre no Brasil, a Amanco também possui sua biblioteca BIM recheada com os principais itens de seu portfólio, seguindo rígidos padrões internacionais de modelagem.

7. ELIANE

Eliane é uma das principais fabricantes de porcelanato no Brasil está presente desde 2018 no mundo BIM, através de sua biblioteca completa com as principais linhas da marca. O download é feito de todo o catálogo uma única vez, super recomendado!

8. Herman Miller

Herman Miller é uma empresa norte-americana que produz móveis de escritório, equipamentos e artigos de decoração. Devido ao enorme catálogo de produtos que a empresa possui, a biblioteca da família também é grande, é uma ótima opção, principalmente quando sua necessidade é para itens de escritório.

9. LUMINI

Lumini é uma empresa brasileira de iluminação que possui toda uma gama de itens que vão desde plafons, arandelas, luminárias, pendentes e mais uma série de produtos incríveis.

Todos os itens já vêm com o conjunto de pontos de luz configurado, o que facilita muito as coisas, principalmente quando seu projeto é renderizado.

BÔNUS #10: Plataforma BIM BR

Plataforma BIM BR almeja se tornar um repositório de bibliotecas virtuais BIM no Brasil, em linha com a “Estratégia Nacional de Disseminação BIM” (Estratégia BIM BR).

O mais legal é que a plataforma é voltada principalmente para o mercado brasileiro, vale a pena conferir os itens desta biblioteca.

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Como calcular extintores e detalhar no Revit?

Neste artigo você vai aprender a calcula a carga de incêndio de edificações comerciais pelo método probabilístico para dimensionar a quantidade e tipo de extintores de incêndio do empreendimento, levando em conta os custos e margem de segurança segundo as Instruções Técnicas e legislações vigentes.

No exemplo deste blog, utilizaremos as ITs do Estado de São Paulo, pois é a “norma mãe”, que guia praticamente todas as outras unidades federativas do país, haja visto que São Paulo está sempre na vanguarda de novas leis e tecnologias visando o combate a incêndios, representado pelo Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Antes de iniciar os cálculos e detalhamento, precisamos entender a diferença entre os extintores, seus tipos e classificações.

Quais são as Classes de Incêndio dos Extintores

Os incêndios são classificados em classes, dependendo do tipo de material combustível. As características de queima de cada material, necessitam de tipos diferentes de agentes extintores. Por isso, é muito importante saber identificar o material que está sendo queimado.

  • Classe A – Aparas de papel e madeira: A indicação é feita por um triângulo verde – Incêndios em sólidos, como madeira, papel e borracha e plástico.
  • Classe B – Líquidos inflamáveis: A indicação é feita por um quadrado vermelho – Incêndios em líquidos inflamáveis.
  • Classe C – Equipamentos elétricos: A indicação é feita por um círculo azul – Incêndios em equipamentos elétricos.
  • Classe D – Metais combustíveis: A indicação é feita por uma estrela amarela – Incêndios em metais pirofóricos. Pó de zinco, sódio, magnésio, alumínio, antimônio, etc.
  • Classe K – Óleos e gorduras: A indicação é feita por um quadrado preto – Incêndios em óleos e gorduras – Utilizado em cozinhas industriais.
Quais são os tipos de agentes extintores

Existem extintores de tamanhos, pesos e mais importante, de agentes extintores diferentes. É muito importante que não só os brigadistas, mas que todos os ocupantes do imóvel, saibam diferenciá-los.

  • ÁGUA: Age por resfriamento. São utilizados em incêndios Classe A, ou seja, em materiais sólidos como madeira, tecidos, papel, borracha e plástico. Em hipótese alguma deve ser usado em líquidos e gases inflamáveis e em equipamentos elétricos.
  • GÁS CARBÔNICO (CO2): O gás age por abafamento, extinguindo o oxigênio do local, impossibilitando assim, que a reação do fogo ocorra. São indicados para incêndios classe B e C. E estes são exatamente os casos em que a água não surte efeito, líquidos e gases inflamáveis e em equipamentos elétricos.
  • PÓ QUÍMICO BC: São utilizados para as mesmas classes de incêndio (B e C) que o extintor de CO2. Mas ao invés de agir por abafamento, age por meio de reações químicas do bicarbonato de sódio.
  • PÓ QUÍMICO ABC: Este é o agente químico mais completo. Pode ser utilizado em qualquer classe de incêndio. Ele extingue o fogo através do abafamento por fosfato monoamônico.
  • ESPUMA MECÂNICA: Combatem as classes de incêndio A e B. São muito utilizados em locais que possuem armazenagem de líquidos e gases inflamáveis. A espuma age por resfriamento e abafamento
CLASSIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO

O método geralmente utilizado para determinação da carga de incêndio é o probabilístico, listado na TABELA A da IT 14/2019 do CB PM/SP (link aqui). Neste caso, temos uma loja de roupas de 100 m², sendo 60m² de salão e 28m² de estoque, logo, dois ambientes.

Pelo decreto 63.911 da ALESP (São Paulo), os riscos são divididos em:

  • Risco Baixo: ≤ 300MJ/m²
  • Risco Médio: > 300MJ/m² e ≤ 1200MJ/m²
  • Risco Alto: 1200 MJ/m²

Portanto, estamos enquadrados no risco médio, pois 600 MJ/m² está dentro da margem desta classificação.

Logo, deveremos consultar dentro da IT 14/2019 qual a categoria referente ao empreendimento. 

Neste exemplo, uma loja de roupas: Comércio varejista, loja de produtos têxteis (item 5.2) – Divisão C-2 – 600MJ/m²

DISTÂNCIA DE CAMINHAMENTO

Com o risco determinado, precisamos verificar na tabela 1 da IT 21/2019 do CB PM/SP a distância de caminhamento na edificação.

  • Risco Baixo: 25m
  • Risco Médio: 20m
  • Risco Alto: 15m

A distância de caminhamento é a distância percorrida pelo ocupante (pessoa) entre o ponto em que ele se encontra e o extintor mais próximo ao mesmo.

Geralmente, desenhamos um raio com a distância determinada pelo nível do risco (baixo, médio ou alto) e posicionamos os extintores de modo que estes preencham toda a área da edificação. Caso haja obstáculos entre o extintor e um ponto, deve-se calcular a distância de caminhamento de modo que seja equivalente a vida real (desenhar o trajeto da pessoa e ver se está dentro da distância de caminhamento).

Em nosso caso, a distância máxima de caminhamento (ou raio de abrangência) será de 20 metros. Essa é a distância máxima que o ocupante poderá percorrer até chegar ao extintor mais próximo.

CAPACIDADE EXTINTORA

Não nos aprofundaremos muito nesta parte, pois este tópico merece um artigo à parte, mas basicamente, nossa edificação possui o risco de incêndio predominante Classe A e secundário de Classe C.

Segundo o item 5.2.1.5 da IT 21/2019, os pavimentos devem ser protegidos por no mínimo, dois extintores, na proporção de 1 unidade para classe A e 1 unidade para classe B e C, sendo permitida a instalação de duas unidades extintoras iguais de pó ABC.

Isto porque o extintor de pó químico ABC pode substituir qualquer tipo de extintor das Classes A, B e C dentro de uma edificação ou área de risco. Se a área construída for inferior a 50 m², é permitido a instalação de um único extintor de pó químico ABC em edificações, mezaninos e pavimentos.

Agora entra a capacidade extintora!

Para cada tipo de extintor, uma unidade A ou BC ou ABC depende da sua capacidade unitária.
Vamos para as classificações:

Extintores portáteis:

  • Carga d’água: extintor com capacidade extintora de, no mínimo, 2-A;
  • Carga de espuma mecânica: extintor com capacidade extintora de, no mínimo, 2-A : 10-B;
  • Carga de Dióxido de Carbono (CO2): extintor com capacidade extintora de, no mínimo, 5-B:C;
  • Carga de pó BC: extintor com capacidade extintora de, no mínimo, 20-B:C;
  • Carga de pó ABC – extintor com capacidade extintora de, no mínimo, 2-A : 20-B:C;
  • Carga de halogenado: extintor com capacidade extintora de, no mínimo, 5-B:C.

ATENÇÃO: Capacidade extintora é diferente da Capacidade Nominal!

A escolha do extintor de incêndio acaba sendo feita pela sua capacidade nominal quando uma pessoa vai comprar. A capacidade nominal é o quanto o extintor de incêndio tem dentro dele. Um exemplo que podemos dar são os modelos existentes no mercado brasileiro de pó químico seco (PQS): 2 kg, 4 kg, 6 kg, 8 kg, 12 kg, 20 kg, 25 kg, 30 kg, 50 kg e 55 kg.

Mas, não se escolhe extintor de incêndio pela sua capacidade nominal, e sim pela sua capacidade extintora. Capacidade extintora faz parte do projeto de fabricação do extintor de incêndio e é definida por ensaio prático normalizado. Quando vemos os números na frente das letras das classes extintora (A, B, C), isto representa quanto o extintor de incêndio apaga, ou seja, sua capacidade extintora para a respectiva classe.

Veja este exemplo de um determinado fabricante de extintores nacionais:

Classe de Fogo

Capacidade Extintora

Carga

Agente Extintor

ABC

3-A:20-B:C

12 kg

Fosfato monoamônico

Neste exemplo, para a classe de fogo ABC, o agente extintor é fosfato monoamônico, com capacidade nominal de 12 kg e capacidade extintora de 3A:20B:C.

Esta capacidade extintora significa que apaga 3 quantidades de matérias sólidas que queimam em superfície e em profundidade (3A), 20 quantidades de materiais inflamáveis derivados de petróleo (20B) e 1 quantidade de equipamento elétrico (1C).

Sendo assim, com base na IT Nº 21/2019 do CBM-SP, as capacidades extintoras mínimas de casa tipo de extintor são estabelecidas de acordo com a lista que mostramos logo acima.

Para dimensionar os extintores portáteis, utiliza-se três critérios: capacidade extintora, risco de ocupação da edificação e a distância máxima que qualquer pessoa da edificação pode percorrer do ponto de fixação de um extintor de incêndio a qualquer ponto da área protegida por ele. Essas relações são padronizadas de acordo com a NBR 12693/2013 (tabela 6) e a IT Nº 21/2019 (tabela 1) do CBM-SP.

Classe de Risco da
Edificação – Classe A

Capacidade
Extintora Mínima

Distância máxima a
percorrer de extintores portáteis

Distância máxima a
percorrer de extintores carreta

Risco Baixo

2-A

25m

38

Risco Médio

3-A

20m

30

Risco Alto

4-A

15m

23

Classe de Risco da Edificação – Classe B/C

Capacidade Extintora Mínima

Distância máxima a percorrer de extintores portáteis

Risco Baixo

20-B

15m

Risco Médio

40-B

15m

Risco Alto

80-B

15m

Chegamos à conclusão de que será necessária a capacidade extintora mínima de 3-A 40-B:C nessa loja.

Ah! A norma permite que sejam utilizados extintores de carga d’água com capacidade extintora maior do que a necessária para o risco, assim como também permite a união (colocar em dupla) 2 extintores 2-A para formar o equivalente a 1 extintor 4-A.

Com base no catálogo da Firex (imagem abaixo), 2 extintores de pó ABC com 12kg serão suficientes para atender esta loja. Logo, teremos uma capacidade extintora total de 12A 80-B:C. Isso porque a distância de caminhamento entre os extintores não pode ultrapassar os 15 metros (risco BC) e 20 metros no risco A.

Podemos optar também por adotar 2 extintores de carga d’água 2-A 10L (em dupla) e 1 de pó BC 12kg, totalizando uma capacidade extintora de 4-A 40-B:C.

POSICIONAMENTO

Para posicionar o primeiro extintor de incêndio, seguimos a especificação que ele deve estar localizado a, no máximo, 5 metros da entrada principal da edificação no pavimento térreo ou a 5 metros da escada nos demais pavimentos.

Estabelecido o primeiro extintor de incêndio e a área de alcance da distância máxima a percorrer que este extintor protege, se estabelece os próximos extintores de incêndio com foco na distância máxima a percorrer, mas com um olhar centralizada e estratégico, até cobrir toda a área da edificação.

Além disso, para cada risco, no mínimo, 50% dos extintores de incêndio têm que ser constituído por extintores portáteis. Se houver extintores carretas, estes devem ter sua área de proteção restrita ao nível do piso encontrado.

Se a edificação possuir riscos específicos, tais como: casa de caldeira, casa de força elétrica, quadros elétricos, transformadores, contêineres de telefonia, casa de bombas, casa de máquinas, central de armazenamento de gases ou líquidos combustíveis ou inflamáveis, galeria de transmissão, incinerador, locais de materiais metálicos pirofóricos e cozinhas profissionais, estes devem ser protegidos por um extintor de incêndio extra, independente da proteção geral da edificação ou área de risco.

OPÇÃO 2X ABC

 

OPÇÃO 2X ÁGUA + 1X BC

CUSTOS POR OPÇÃO

Adotando 2 extintores de pó ABC 12kg, cada um a um custo de R$ 315,00, teremos que investir R$ 630,00.

Adotando 2 extintores de Carga d’água 10L (R$ 175,00 cada) e 1 extintor de pó BC 12kg (R$ 260,00 cada), teremos um total investido de R$ 350,00 + R$ 260,00, totalizando R$ 610,00.

Uma diferença de aproximadamente R$ 20,00!

Por isso os extintores de pó ABC são os mais utilizados e mais comuns no mercado, dependendo da sua região, eles acabam sendo muito mais viáveis economicamente, pois menos equipamentos significam menor custo de manutenção e menos espaço ocupado no ambiente.

DICA FINAL

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Artigos BIM Inovações

O BIM e a arquitetura com Madeira do Japão

No Japão, uma construtora e sua empreiteira aprenderam em primeira mão como o BIM ajuda na construção, usando a comunicação digital para construir um dos maiores telhados de madeira do país.

  • A construtora japonesa Tokyu Construction Co. usou o BIM (Building Information Modeling) para ajudar a criar um dos maiores telhados de madeira do Japão.
  • O BIM permitiu a verificação precisa das várias partes do telhado de madeira laminada cruzada (CLT) de 128 painéis.
  • Os dados 3D BIM ajudaram a facilitar a comunicação dentro da equipe de construção e o consenso com o cliente.

A inovação na arquitetura geralmente evoca arranha-céus da era espacial ou curvas que desafiam a gravidade. Mas ao usar um material tradicional como a madeira, essa inovação pode parecer um pouco diferente.

A Daito Trust Construction Company do Japão usa a madeira como um elemento-chave de arquitetura e queria explorar designs alternativos na arquitetura de residências para aluguel. Para isso, abriu um showroom futurístico de imóveis para locação, o ROOFLAG , que exibe uma bela peça central: um dos maiores telhados de madeira do Japão. O construtor do telhado, Tokyu Construction Co. usou efetivamente o BIM (Building Information Modeling) para comunicação digital durante todo o processo de construção.

“Todos os envolvidos no projeto ROOFLAG, do cliente aos projetistas e equipes de construção, começaram do zero”, diz Masaya Hayashi da Divisão de Construção Civil da Tokyu Construction. Ele também é o primeiro líder de promoção de aplicativos BIM da empresa e chefe do Departamento de Promoção BIM. “Ao usar o BIM e comunicar todas as preocupações, resolvendo-as uma a uma, todos ficaram felizes com o resultado do projeto”, afirma.

Ao entrar no showroom, o telhado de treliça triangular é a primeira coisa que alguém vê; estende-se por 60 metros de cada lado, sem pilar de sustentação visível. Este telhado maciço usa madeira laminada cruzada ( CLT ), que também é usada para o campo emergente da tecnologia de construção de madeira conhecida como madeira em massa , uma abordagem ecologicamente correta que promove a reutilização de recursos de madeira.

Reformas recentes nos códigos de construção do Japão e outros fatores levaram à crescente adoção da CLT na indústria de construção nacional. Antes deste projeto, no entanto, a Tokyu Construction não havia usado CLT nem desenvolvido quaisquer métodos de construção específicos da CLT. Os painéis CLT usados são enormes – tão grandes quanto 2,3 metros de altura, 11,8 metros de comprimento e 270 mm de espessura, pesando até 3 toneladas cada. Como esta foi a primeira experiência da Tokyu Construction usando CLT, vários fatores eram desconhecidos quando o planejamento do projeto começou.

“Construir um grande telhado de madeira baseado apenas em planos 2D torna-se incrivelmente difícil quando você leva em consideração os métodos de construção e o controle de qualidade”, diz Hayashi, observando que a primeira tarefa da equipe foi estabelecer procedimentos de montagem e junção para os painéis de madeira. “Era difícil visualizar a obra em termos específicos usando planos 2D, então recorremos ao BIM para entender melhor o edifício como um todo.”

O BIM ajuda na construção ao permitir a precisão

Primeiro, para verificar as dimensões do trabalho de união, os modelos foram criados no Autodesk Revit ; esses foram então usados para criar um modelo em escala 1:33 usando uma impressora 3D. Depois de derivar o procedimento de montagem de um trabalho mais detalhado, a verificação foi conduzida usando uma maquete em escala real.

Hayashi diz que a equipe conduziu uma verificação meticulosa e experimentação antes do início da construção para garantir um nível de precisão que permitiria, por exemplo, que os trabalhadores pudessem chegar aos locais onde os parafusos precisavam ser apertados. “Uma vez que fomos capazes de criar um modelo altamente preciso a partir dos dados, pudemos estabelecer rapidamente várias facetas do processo de construção do painel CLT – como o encaixe das juntas do painel, procedimentos de montagem e confirmação da facilidade de trabalho – a partir de da fase de estudo inicial até a finalização ”, diz ele.

Um total de 128 painéis CLT foram usados para construir a cobertura. Como o telhado é inclinado, os painéis tiveram que ser montados em diagonal, exigindo uma precisão de fabricação de 2 mm ou menos. Isso também tornou a determinação de relacionamentos espaciais e o gerenciamento de dados extremamente complexos. Eles mediram com uma estação total e processaram os dados com um sistema 3D de levantamento de construção. Os dados de coordenadas das medições podem ser calculados instantaneamente usando o Autodesk Dynamo , reduzindo as horas de trabalho em 80% em comparação com o cálculo manual e garantindo a precisão do processo de montagem.

A análise de temperatura foi realizada para as áreas ao redor dos painéis CLT, que tendem a reter o calor; simulações verificam a qualidade do ar no espaço aberto.

Durante a montagem da cobertura de madeira, os painéis CLT foram sustentados por suportes colocados abaixo deles. O processo de jacking-down para remover esta estrutura temporária foi analisado usando BIM antes da implementação. “Ao remover a capacidade de carga de um suporte, se a carga de peso ficar concentrada em um único ponto, os painéis CLT podem ser danificados”, diz Hayashi.

“Fizemos um estudo de caso com análise de otimização de suportes para determinar como a ordem de retirada mudaria a distribuição de peso. Também analisamos as proporções das cargas sendo deslocadas, o que realmente validou nossa abordagem digital para esse problema. ”

Armada com esses resultados de validação – um gêmeo digital do local de trabalho real – a equipe executou o levantamento sem problemas e o trabalho pôde ser concluído dentro das tolerâncias do projeto estrutural.

Hayashi afirma que esta tarefa foi uma das maiores preocupações do cliente desde o início: “A análise digital ajudou-nos a aliviar as preocupações do cliente e a construir a sua confiança no nosso processo. Foi uma situação ganha-ganha. ”

BIM ajuda a construção, fornecendo comunicação em 3D

Para este projeto, o formato 3D dos dados BIM possibilitou a comunicação que levou à construção de consenso e compartilhamento de informações. “Nossa empresa tem vários departamentos de suporte técnico, incluindo laboratórios de pesquisa de tecnologia”, diz Hayashi. “Ao longo deste projeto, esses departamentos usaram dados BIM para discutir medidas e coordenar uma abordagem de toda a empresa para lidar com tarefas de construção difíceis.”

A equipe poderia então usar dados BIM que refletissem sua abordagem para desenvolver planos detalhados com designers, fabricantes e pessoal local. “Também acho que o uso de modelos BIM ajudou a construir consenso com o cliente – e como pudemos compartilhá-lo com os trabalhadores no local, isso levou a um alto padrão de qualidade em todo o processo de construção”, diz Hayashi.

A equipe usou dispositivos portáteis para compartilhar dados durante o processo de construção. O Autodesk BIM 360 ajudou a equipe a trazer dados BIM para o campo para confirmar contornos de projeto e outras informações. Eles puderam confirmar os procedimentos de trabalho e processos de junção com os trabalhadores no local. “Também poderíamos usar os modelos BIM para rastrear o andamento do trabalho no local e usar dispositivos de ICT [tecnologia da informação e comunicação] para realizar tarefas relacionadas ao trabalho”, diz Hayashi.

Por meio dessa coordenação, todos os envolvidos na obra trouxeram para o canteiro o mesmo conjunto de dados pactuados, compararam com a obra em andamento e confirmaram a consistência do processo de gestão da obra. “Também fomos capazes de aplicar os principais aspectos de nossa abordagem de artesanato, que chamamos de QCDSE – ou qualidade, custo, entrega, segurança e meio ambiente – em um escopo mais amplo do que antes”, diz Hayashi.

Hayashi diz que a satisfação do cliente, o aumento da produtividade e a consciência ambiental são metas para tudo o que sua equipe faz. “Para levar isso para o próximo nível, uma comunicação mais profunda usando BIM e uma presença aprimorada no local nos permitiu fornecer um novo valor aos nossos clientes”, diz ele. “Isto concretiza a missão da nossa empresa, nomeadamente ajudar os sonhos das pessoas a tornarem-se realidade, proporcionando-lhes ambientes seguros e confortáveis. Olhando para o futuro, este é apenas um de uma longa linha de projetos que ajudarão a atingir esse objetivo. ”

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A tecnologia em tempo real no canteiro de obras

É preciso que uma equipe traga um projeto de construção do conceito para a realidade. E com designers, arquitetos, engenheiros e clientes trazendo suas próprias perspectivas para um projeto, até os modelos digitais mais sofisticados podem não ter profundidade, impossibilitando que as partes interessadas realmente sintam como um projeto será realizado na vida real.

Os mundos virtuais hiper-realistas são, há muito, o reino da indústria de videogames, como podem atestar qualquer pessoa que tenha perdido muitas noites com Grand Theft Auto ou Call of Duty . Na construção, um setor ainda atolados por lentos processos baseados em papel, ferramentas imersivas de modelagem 3D têm sido difíceis de implementar, por isso eles são frequentemente utilizados apenas para adicionar brilho no mercado para um produto final.

Mas isso está mudando, pois as ferramentas adaptadas da tecnologia de videogame permitem que os designers criem experiências interativas e realistas que ajudam os participantes do projeto a tomar as decisões corretas de projeto mais cedo, independentemente de suas habilidades técnicas.

A tecnologia de realidade estendida (ou XR, que inclui VR, AR e MR) afeta todos os aspectos da arquitetura, engenharia e construção (AEC). Uma empresa de arquitetura que faz lances em um projeto pode criar um ambiente realista de VR para guiar um cliente por um espaço não construído, e o cliente pode desempenhar um papel ativo no refinamento do design, com alterações implementadas instantaneamente no modelo virtual. Os desenvolvedores podem vender um edifício futuro navegando pelas partes interessadas por um terreno. E quando um projeto é concluído, os técnicos em campo podem usar o AR para manter edifícios e substituir equipamentos.

Do mundos de videogame a edifícios virtuais

Julien Faure é diretor de marketing de produtos da Unity , uma empresa de software com raízes na indústria de videogames; o desenvolvimento de ferramentas para a criação de modelos digitais interativos em tempo real tem sido fundamental para a missão da empresa.

Faure destaca algumas maneiras pelas quais a tecnologia imersiva permite que os projetos de construção sejam experimentados sob diferentes pontos de vista. Para um estádio esportivo, por exemplo, o modelo poderia simular como os fãs veem o jogo em vários locais. “Isso ajuda a otimizar o posicionamento dos assentos e até ajuda a vender as suítes privadas antes que elas sejam construídas”, explica ele. Outros usos incluem a simulação de movimentos de multidões para testar os requisitos de segurança e o treinamento da equipe da instalação antes do corte da fita.

Ao criar um projeto complexo, como um hospital, reunir informações dos usuários finais é uma parte crucial da fase de projeto. “Como você captura esse feedback antes de projetar coisas que realmente não funcionam na vida real?”, Pergunta Faure. “A única maneira é criar um ambiente que pareça e reaja exatamente como o prédio e faça com que as pessoas fiquem imersas nesse ambiente e dê feedback.”

As empresas de engenharia estão usando ambientes virtuais para fazer essas alterações de design muito antes do início da construção. “Eles têm cirurgiões, equipe médica e enfermeiros na sala com fones de ouvido VR e imediatamente vêem problemas”, diz ele. O layout de uma sala de cirurgia pode precisar ser alterado para acomodar duas cirurgias ao mesmo tempo, ou uma janela que traga muita luz poderá ser eliminada. “A quantidade de feedback que você recebe ao permitir que profissionais não-engenheiros experimentem o espaço é enorme.”

Em outro exemplo, para projetar os escritórios da Unity em Londres, a agência Oneiros e a construtora M Moser Associates desenvolveram um fluxo de trabalho de software para a Unity do Autodesk 3ds Max para colaborar na visualização da sala em tempo real.

Construindo de maneira mais inteligente, rápida e segura

A rápida modificação de projetos antes de serem definidos em pixels – ou aço – economiza tempo e dinheiro. Construtores e empreiteiros podem aproveitar os ambientes 3D para melhorar a sequência dos processos de construção. Um modelo interativo pode identificar quanto tempo cada etapa levará, incluindo tarefas como escavação, vazamento de concreto, montagem de unidades HVAC pré-fabricadas, alvenaria e colocação de telhado. Segundo Faure, algumas empresas reduziram o cronograma do projeto em até 35%, sequenciando melhor seu trabalho.

E, quando a construção começa, as equipes no terreno podem usar o AR para sobrepor modelos BIM em locais de trabalho, o que é muito mais fácil do que embaralhar milhares de documentos em papel ou PDFs.

Mover o projeto da construção para um espaço 3D totalmente imersivo cria oportunidades para usar ambientes virtuais como laboratórios de teste de aprendizado de máquina – executando experiências de simulação repetidas vezes, refinando os projetos à medida que os desafios surgem.

Por exemplo, cenários extremos como inundações, incêndios ou explosões são quase impossíveis de simular no mundo real. A recriação dessas situações perigosas em escala em ambientes virtuais permite a coleta de dados necessários para treinar equipes e sistemas autônomos.

“Já é assim que os veículos autônomos estão aprendendo, impedindo as empresas automotivas de dirigir grandes frotas de veículos equipados com sensores por bilhões de quilômetros para coletar a quantidade certa de dados”, diz Faure. “Para a indústria de AEC, onde acidentes e lesões ainda são muito comuns, será uma mudança de jogo desenvolver melhores equipamentos de segurança, robôs de construção e sensores de construção”.

Os modelos de VR também podem combater a engenharia acústica na AEC, simulando a entrada sensorial sônica. “A maioria da população mundial vive em cidades onde milhões sofrem com a alta exposição ao ruído”, diz Faure. “Criar espaços bonitos e ecológicos, mas também silenciosos e à prova de som é fundamental.”

Ao levar um modelo BIM para uma plataforma como a Unity, um designer pode simular a acústica das ondas sonoras que passam por uma instalação e refletem materiais específicos; os usuários podem ouvir a diferença entre o som refletido em uma árvore e um pedaço de pedra ou uma janela aberta versus fechada.

Neste outono, o Unity lançará o plug-in de visualização 3D Unity Reflect para o Autodesk Revit . O Unity Reflect converte modelos BIM em um modelo 3D imersivo que retém metadados BIM e requer pouco conhecimento técnico para explorar e alterar. As alterações no modelo do Revit são exibidas imediatamente no modelo do Unity Reflect.

“A idéia do Unity Reflect é levar o processo de otimização de dados de semanas para segundos”, diz Faure. O Unity foi projetado como uma plataforma aberta e o software integra automaticamente fontes de dados de diferentes disciplinas. “Se você tem um engenheiro mecânico trabalhando em um aspecto do modelo e um designer de interiores trabalhando em outro, podemos mesclar todos os modelos em um.” (SHoP Architects integrou o Unity Reflect em seu processo de design para 9 DeKalb , um conjunto residencial de torres para se tornar a estrutura mais alta do Brooklyn, NY.)

Quando o virtual se torna realidade

 Olhando para o futuro do XR na AEC, a Faure espera menos barreiras à entrada e mais facilidade de uso intuitiva, além de uma integração mais profunda do aprendizado de máquina baseado em simulação na vida cotidiana. Ambientes reativos e dinâmicos requerem tentativa e erro de aprendizado de máquina para interpretar o comportamento humano; Os modelos digitais da AEC podem ser a placa de Petri. “Talvez seus móveis detectem quem está na sala e se ajustem às suas preferências de configuração”, diz ele. “Sua cadeira saberá que você está prestes a se sentar e se transformará na forma certa para o seu corpo.”

Faure antecipa mais convergência entre as indústrias de manufatura e AEC e mais interoperabilidade entre simulações de AEC em escala de construção e simulações do urbanismo circundante. “Os fabricantes de automóveis precisam do conteúdo da AEC em seus ambientes virtuais para simular veículos autônomos, e as empresas da AEC precisam integrar sistemas autônomos em seus projetos”.

Por exemplo, um conjunto de modelos digitais poderia testar o impacto que os carros quentes que estacionam em uma garagem em uma tarde de verão podem ter a capacidade da estrutura de mitigar o efeito da ilha de calor urbana . Um aplicativo de modelagem AEC para esse uso pode parecer o videogame mais chato do mundo, mas o efeito cumulativo é quase ilimitado. As simulações de amanhã de XR estarão sujeitas a aprimoramento entre si e com as pessoas. E, à medida que os modelos digitais se comunicam, suas conclusões podem ser tão transformadoras e surpreendentes quanto qualquer videogame, produzindo construções inteligentes que só podem surgir a partir de modelos inteligentes.

 

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7 edifícios ao redor do mundo usando o BIM para atender ao LEED

Construir um edifício exige uma coordenação massiva, mas construir um que atenda aos padrões LEED é um desafio totalmente diferente. O LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental) é um dos programas de certificação de construção verde mais populares do mundo. Requer colaboração entre as partes interessadas em todas as etapas da construção para garantir que uma estrutura tenha sido construída de maneira ambientalmente responsável e eficiente em termos de recursos ao longo de todo o ciclo de vida.

Os desenvolvedores estão adotando cada vez mais a tecnologia BIM (Modelagem de informações da construção) para ajudar a dar vida às visões dos projetistas e a alcançar o status LEED. O BIM ajuda as equipes de projeto e construção a trabalhar com mais eficiência, melhorando a coordenação e a simulação durante todo o ciclo de vida de um projeto – do planejamento, projeto e construção à operação e manutenção.

Com a população global estimada em quase 10 bilhões de habitantes até 2050, é mais importante do que nunca construir edifícios sustentáveis para o futuro. Aqui estão sete exemplos de edifícios em todo o mundo usando o BIM para ajudar a atender aos requisitos do LEED.

1. A vinícola mais ecológica do mundo através do LEED e o desafio Living Building

A Silver Oak Winery em Napa, CA, foi severamente danificada em 2006 depois que um incêndio destruiu suas instalações e US $ 2 milhões em vinho. Logo após o incêndio, os proprietários decidiram fazer duas coisas: reconstruir imediatamente e fazê-lo de forma sustentável. O Silver Oak acabou se tornando a primeira vinícola a receber a certificação LEED Platinum. Desde então, a Silver Oak construiu uma segunda vinícola sustentável na vizinha Alexander Valley, CA – e se tornou a segunda vinícola do mundo a ganhar o status LEED Platinum. A tecnologia BIM ajudou a vinícola a equilibrar excelente qualidade e sustentabilidade do vinho com a integração de painéis solares em suas instalações, que ela usa para controlar coisas como temperatura do vinho e luzes LED. O Silver Oak também reduziu o uso da água de produção usando água reciclada para a lavagem inicial do barril e tanque e limpeza do piso

2. “The Great Good Place” usa inovação sustentável para conectar moradores de Bangkok

Viver em uma cidade grande como Bangcoc pode ser avassalador – estar imerso em um mar de estranhos pode levar a sentimentos de separação e isolamento. É por isso que a desenvolvedora com sede na Tailândia Magnolia Quality Development Corporation, Ltd. (MQDC) construiu uma cidade inteligente que poderia realmente unir as pessoas, não isolá-las. A cidade inteligente – chamada WHIZDOM 101 – é um campus de 17 acres com espaços que convidam à construção de comunidades, como uma pista de corrida, uma biblioteca e um espaço verde, além de uma rua repleta de empresas e restaurantes. O MQDC usou o BIM para atingir os padrões de certificação LEED Gold, o que ajudou a reduzir o desperdício de material durante a construção em até 15% e a limitar sua pegada de carbono geral.

3. O Museu do Futuro de Dubai está se formando como o edifício mais complexo do mundo

Depois de concluído, o Museu do Futuro de Dubai tomará forma de uma forma tão futurista que seus designers tiveram que garantir que era realmente possível implementá-lo. Trabalhando com os serviços de engenharia BuroHappold e a construção BAM International, a empresa de arquitetura Killa Design projetou uma combinação deslumbrante de arte, engenharia e construção. A empresa criou visualizações imersivas usando o software BIM, que permitiu aos colaboradores “percorrer” todo o museu e verificar cada elemento. Esse processo colaborativo ajudou a equipe a alcançar o status LEED Platinum através de mais de 50 decisões de design sustentável, incluindo o uso de produtos com conteúdo reciclado, energia fotovoltaica para energia e sistemas de recuperação de ar interno.

Museu do Futuro em Dubai
 

4. Construindo uma cidade sustentável dentro de um arranha-céu através da construção BIM e pré-fabricada

O Tianjin Chow Tai Fook Financial Center é essencialmente uma cidade dentro de um arranha-céu que está sendo construído na quarta maior cidade da China. O centro financeiro abrigará um prédio de escritórios, um shopping center, um complexo de apartamentos de luxo e um hotel cinco estrelas. Como líder do setor em sustentabilidade, a China Construction Oitava Divisão de Engenharia Corp. Ltd. procurou obter o status LEED Gold. A fim de manter a visão dos projetistas e atender à certificação LEED Gold, a equipe usou a construção pré-fabricada para fabricar componentes precisamente de acordo com os desenhos do BIM, evitando desperdícios de material e eliminando a necessidade de cortar materiais no local.

5. Colaboração “Big Room” transforma a realidade da SFO em planejamento aeroportuário em realidade

O Aeroporto Internacional de São Francisco (SFO) está demolindo seu Terminal 1 (construído em 1963) e construindo um terminal moderno e sustentável, que deve obter a certificação LEED Gold. O projeto de US $ 2,4 bilhões, liderado pela Austin Webcor Joint Venture – com os arquitetos Woods Bagot, HKS, Kendall Young Associates e ED2 International – consiste em construir uma área de embarque de 550.000 pés quadrados, 27 portões, concessões, comodidades e uma bagagem inovadora -Sistema de manuseio. As equipes de projeto têm usado o BIM para resolver grandes problemas, identificar prioridades e coordenar soluções.

6. A nova fábrica da Bulgari atualiza a tradição (enquanto frustra assaltos a joias)

Em homenagem à prestigiada história da Itália em fabricação de jóias, a Bulgari escolheu a Goldsmith’s Farm em Valenza, Itália – o antigo local da oficina do renomado ourives Francesco Caramora – como o local para construir sua fábrica mais nova, sustentável e altamente segura. A empresa de arquitetura Open Project usou a tecnologia BIM para sua abordagem de design colaborativo, preservando a importância cultural do site e, ao mesmo tempo, atendendo às rigorosas necessidades de segurança e sustentabilidade da Bulgari. Toda a instalação abrange mais de 14.000 pés quadrados e obteve a certificação LEED Gold.

7. Defensores BIM elevam o nível da construção de hospitais

Pioneira no gerenciamento de obras, a Lexco foi contratada para gerenciar a construção do que será o segundo maior hospital da América Central e da América Latina. Como um hospital público e um dos principais destinos do turismo médico, ele foi projetado para atender a padrões médicos rigorosos e, ao mesmo tempo, atingir os requisitos de eficiência energética e sustentabilidade do nível LEED. O hospital terá elementos como painéis de parede externa que ajudam a melhorar a qualidade do ar interno em 25% e reduzir a potência mecânica em 22%, além de janelas e divisórias de vidro que filtram os raios X e UV dos raios UV

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7 Exemplos de edifícios ao redor do mundo usando o BIM para LEED

Construir um edifício exige uma coordenação maciça, mas construir um que atenda aos padrões LEED é um desafio totalmente diferente. LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental) é um dos mais populares programas de certificação de construção verde no mundo. Requer a colaboração entre as partes interessadas em todos os estágios de construção para garantir que uma estrutura tenha sido construída de uma maneira ambientalmente responsável e eficiente em termos de recursos ao longo de todo o seu ciclo de vida.

Os desenvolvedores estão adotando cada vez mais a tecnologia BIM (Building Information Modeling) para ajudar a dar vida às visões dos designers e alcançar o status LEED. O BIM ajuda as equipes de projeto e construção a trabalhar com mais eficiência, melhorando a coordenação e a simulação durante todo o ciclo de vida de um projeto – desde o planejamento, projeto e construção até a operação e manutenção.

Com a população global que deverá atingir 10 bilhões até 2050, é mais importante do que nunca construir edifícios sustentáveis para o futuro. Aqui estão sete exemplos de edifícios em todo o mundo usando o BIM para ajudar a atender aos requisitos LEED.

1. A vinícola mais verde do mundo através do LEED e do Living Building Challenge

A Silver Oak Winery em Napa, Califórnia, foi gravemente danificada em 2006, após um incêndio ter destruído suas instalações e US $ 2 milhões em vinhos. Logo após o incêndio, os proprietários decidiram fazer duas coisas: reconstruí-lo imediatamente e fazê-lo de forma sustentável. A Silver Oak acabou se tornando a primeira vinícola a ganhar a certificação LEED Platinum. Agora, a Silver Oak construiu uma segunda vinícola sustentável na vizinha Alexander Valley, CA – e se tornou a segunda vinícola do mundo a conquistar o status LEED Platinum. A tecnologia BIM ajudou a vinícola a equilibrar a qualidade e a sustentabilidade do vinho com a integração de painéis solares em suas instalações, usados para controlar coisas como temperatura do vinho e luzes LED. O Silver Oak também reduziu o uso de água de produção usando água reciclada para limpeza inicial de barris e tanques e limpeza de pisos,Leia o artigo.

2. “O Grande Lugar Bom” Usa Inovação Sustentável para Conectar Residentes em Bangkok

Viver em uma cidade grande como Bangcoc pode ser avassalador – estar imerso em um mar de estranhos pode levar a sentimentos de separação e isolamento. É por isso que a Magnolia Quality Development Corporation, Ltd. (MQDC), uma empresa sediada na Tailândia, construiu uma cidade inteligente que pode realmente unir as pessoas e não isolá-las. A cidade inteligente – chamada WHIZDOM 101 – é um campus de 17 acres com espaços que convidam à construção de comunidades, como uma pista de corrida, uma biblioteca e um espaço verde, bem como uma rua repleta de empresas e restaurantes. O MQDC usou o BIM para atingir os padrões de certificação LEED Gold, que ajudaram a reduzir o material residual durante a construção em até 15% e limitar sua pegada de carbono.

3. O Museu do Futuro de Dubai está se transformando no edifício mais complexo do mundo

Uma vez concluído, o Museu do Futuro de Dubai tomará forma de forma tão futurista que seus projetistas tiveram que garantir que fosse realmente possível implementá-lo. Trabalhando com os serviços de engenharia da BuroHappold e com a construção da BAM International, a firma de arquitetura Killa Design está projetando uma combinação deslumbrante de arte, engenharia e construção. A empresa criou visualizações imersivas usando o software BIM, que permitia aos colaboradores “percorrer” todo o museu e verificar cada elemento. Este processo colaborativo ajudou a equipe a alcançar o status LEED Platinum através de mais de 50 decisões de design sustentável, incluindo o uso de produtos de conteúdo reciclado, energia fotovoltaica para energia e sistemas de recuperação de ar interno.

4. Construindo uma cidade sustentável em um arranha-céu através da construção de BIM e pré-fabricada

Tianjin Chow Tai Fook Centro Financeiro é essencialmente uma cidade dentro de um arranha-céu que está sendo construído na quarta maior cidade da China. O centro financeiro abrigará um prédio comercial, um shopping center de varejo, um complexo de apartamentos de luxo e um hotel cinco estrelas. Como líder do setor em sustentabilidade, a China Construction Eighth Engineering Division Corp. Ltd. buscou alcançar o status LEED Gold. A fim de manter a visão dos designers ao mesmo tempo em que atendeu a certificação LEED Gold, a equipe usou a construção pré-fabricada para fabricar componentes precisamente de acordo com desenhos através do BIM, evitando o desperdício de material e eliminando a necessidade de cortar materiais no local.

5. A Colaboração “Big Room” Transforma a Visão da SFO em Planejamento Aeroportuário em Realidade

O Aeroporto Internacional de São Francisco (SFO) está demolindo seu Terminal 1 (construído em 1963) e construindo um terminal moderno e sustentável, que deve obter a certificação LEED Gold. O projeto de US $ 2,4 bilhões, liderado pela Austin Webcor Joint Venture – com arquitetos Woods Bagot, HKS, Kendall Young Associates e ED2 International – consiste na construção de uma área de embarque de 550.000 pés quadrados, 27 portões, concessões, comodidades e uma bagagem inovadora. -Sistema de manuseio. As equipes de projeto têm usado o BIM para resolver problemas importantes, identificar prioridades e coordenar soluções.

6. A Nova Tradição da Fábrica Bulgari Atualiza a Tradição (Apesar de Impedir Joelheiras)

Em homenagem à prestigiosa história da joalheria italiana, a Bulgari escolheu a Goldsmith’s Farm em Valenza, na Itália – antiga fábrica do renomado ourives Francesco Caramora – como o local ideal para construir sua nova fábrica, sustentável e altamente segura. O Open Project, empresa de arquitetura, utilizou a tecnologia BIM por sua abordagem de design colaborativo, preservando a importância cultural do site e, ao mesmo tempo, atendendo às rigorosas necessidades de segurança e sustentabilidade da Bulgari. Toda a instalação abrange mais de 14.000 pés quadrados e alcançou a certificação LEED Gold.

7. Evangelistas BIM elevam o nível para construção de hospitais

Pioneira em gerenciamento de construção, a Lexco foi contratada para gerenciar a construção do que será o segundo maior hospital da América Central e América Latina. Como hospital público e um dos principais destinos de turismo médico, foi projetado para atender a rigorosos padrões médicos, ao mesmo tempo em que atende aos requisitos de eficiência energética e sustentabilidade do nível LEED. O hospital terá elementos como painéis de parede externa que ajudam a melhorar a qualidade do ar interno em 25% e reduzem a potência mecânica em 22%, além de janelas e divisórias de vidro que filtram os raios X e UV prejudiciais. A Lexco está usando um modelo BIM não apenas durante o projeto e a construção, mas também para o gerenciamento das instalações.

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Como o BIM aumenta a eficiência e reduz os custos em Rodovias

Como o BIM (modelagem de informações de construção) está sendo cada vez mais adotado como padrão em arquitetura e construção, os engenheiros civis estão agora procurando identificar o papel que podem desempenhar em seu campo.

Engenheiros civis que estão regularmente engajados com arquitetos ou engenheiros estruturais já podem estar familiarizados com o BIM, mas para aqueles que estão envolvidos no projeto de estradas e rodovias, o processo é um mundo totalmente novo, mas que é altamente relevante agora e continuará crescendo em importância.

O BIM ajuda não apenas na construção de ‘edifícios’, mas também na construção de qualquer tipo de infraestrutura. É um processo integrado baseado em informações coordenadas e confiáveis sobre um projeto desde o projeto até a construção e as operações.

O BIM pode ser considerado um processo de pensamento que rege o trabalho através de vários estágios do projeto na forma de informações que permanecem digitais, consistentes e coordenadas. Portanto, os principais benefícios do BIM são que não há duplicação de informações. É um modelo de banco de dados centralizado constantemente atualizado e um fluxo simplificado de informações desde o campo (pesquisa) até o projeto e, finalmente, a construção e manutenção / operações.

BIM e Engenheiros Civis

A implementação de um processo BIM para projeto de rodovias começa com a criação de informações de projeto coordenadas e confiáveis sobre o projeto, resultando em um modelo tridimensional inteligente da rodovia. Os elementos do design estão relacionados uns com os outros dinamicamente, não apenas pontos, superfícies e alinhamentos, mas um rico conjunto de informações e os atributos associados a ele.

Por exemplo, na metade de um projeto de rodovia, o perfil pode precisar de ajustes em uma curva vertical e nas anotações. Ao ajustar o perfil, todos os elementos de design relacionados são atualizados automaticamente, permitindo que o designer veja instantaneamente o impacto.

Desta forma, o BIM facilita a avaliação de muitas outras alternativas de projeto. Como parte do processo de design, engenheiros civis podem alavancar o modelo de informações para realizar simulação e análise para otimizar o projeto quanto à capacidade de construção, sustentabilidade e segurança nas estradas. Finalmente, com um processo BIM, as entregas de design podem ser criadas diretamente a partir do modelo de informações. Entregas incluem não apenas documentação de construção 2D, mas também o modelo em si e toda a rica informação que contém, que pode ser aproveitada para a decolagem de quantidade, sequenciamento de construção, comparações de construção, comparações as-built e até operações e manutenção.

No caso da implantação da obra, os pontos digitais são adicionados no escritório ao modelo de informação e podem ser enviados diretamente para o equipamento da estação total no local. Este equipamento tem a capacidade de, uma vez coordenado para piquetar inúmeros pontos, remover roboticamente a necessidade de gerar pontos de piquetagem a partir de CAD 2D ou desenhos de papel. Esse processo permite uma maneira mais eficiente e precisa de vincular o escritório ao campo e, por meio da verificação do que foi construído, vincula o local ao escritório.

O uso de modelagem, visualização e análise 3D não é novidade para os profissionais de projeto rodoviário, mas com abordagens tradicionais centradas na elaboração, projeto, análise e documentação tornam-se processos desconectados, tornando a avaliação de cenários hipotéticos ineficientes e custos proibitivos.

Ao conectar dinamicamente o projeto, a análise e a documentação em um fluxo de trabalho BIM, a maior parte do esforço em um projeto de projeto rodoviário é transferida para a fase de projeto detalhado quando a capacidade de impactar o desempenho do projeto é alta e o custo de fazer alterações no projeto é baixo. Isso permite que os engenheiros passem mais tempo avaliando cenários hipotéticos para otimizar o projeto e menos tempo gerando documentação de construção.

As máquinas de orientação por computador podem se beneficiar significativamente de um modelo BIM, um modelo baseado em objeto suporta metadados de atributos associados a pacotes de trabalho para tipos específicos de máquinas. As máquinas de pavimentação de alta precisão exigem modelos paramétricos, enquanto as máquinas de terraplenagem podem trabalhar com superfícies, cordas e modelos paramétricos.

Benefícios na construção civil

Os benefícios mais imediatos do BIM no caso do projeto rodoviário são melhores projetos e maior eficiência e produtividade. Como a documentação de projeto e construção é dinamicamente vinculada, o tempo necessário para avaliar mais alternativas, executar alterações de projeto e produzir documentação de construção é reduzido significativamente. Isso é particularmente importante para as agências de transporte, pois pode reduzir o tempo de contratação de funcionários, resultando na conclusão dos projetos mais cedo e dentro de cronogramas mais previsíveis.

Além da eficiência e produtividade, o BIM facilita a otimização de estradas incluindo visualização, simulação e análise como parte do processo de design. Muitos critérios podem ser avaliados para se obter um projeto rodoviário ótimo, por exemplo, em termos de construtibilidade, segurança viária e sustentabilidade.

Construtibilidade

Interpretações incorretas sobre a intenção do projeto feitas no campo por causa de documentação ambígua podem levar a atrasos nos cronogramas, mudanças nos pedidos e RFIs (solicitações de informações) após o início da construção.

Considere um novo projeto típico de construção de rodovias com pontes e troncos orçados por £ 100 milhões. Normalmente, cerca de sete a oito por cento do investimento será destinado ao desenvolvimento de projetos.

Reduzir o gasto em projeto em 35% com um processo mais produtivo economiza £ 2,6 milhões. Mas reduzir a porção de construção em 15% considerando a possibilidade de construção durante o projeto economiza quase 14 milhões de libras. Essas economias não levam em conta o litígio que pode resultar de erros no campo. Projetar para construtibilidade pode ajudar a reduzir esses erros antes que eles se tornem um problema.

Os modelos BIM permitem que a orientação da máquina atinja novos níveis de captura de dados e modelagem de objetos incorporados. O controle da máquina, com um modelo baseado em CAD, melhora a produtividade em um local de trabalho, eliminando a necessidade de métodos tradicionais de implantação. No entanto, o modelo BIM oferece a capacidade de trabalhar com objetos específicos e atualizar em um nível de objeto a especificidade das informações construídas. Isso inclui capturar mais do que apenas pontos; inclui camadas, tipo de material e utilidades subterrâneas, contribuindo para um modelo rico a ser usado no processo.

Um único modelo BIM pode ser atualizado a partir de uma variedade de aplicativos de controle de máquinas simultaneamente e compartilhado entre vários sistemas, minimizando a duplicação de trabalho.

Segurança na estrada

A análise para garantir a parada e a passagem segura de distâncias de visão é um fator-chave para as decisões de projeto. A análise tradicional da distância de visão é baseada em equações matemáticas aplicadas à curvatura vertical no perfil da estrada. Mas essa abordagem não leva em conta fatores como layout horizontal e obstruções visuais. Integrar a visualização interativa e a simulação da distância visual no processo de projeto permite que o engenheiro civil identifique rapidamente se a geometria da estrada atende a parâmetros críticos de segurança relacionados a distâncias de visão, incluindo graus, curvatura e obstruções visuais, como barreiras e folhagens.

Provavelmente, a vantagem mais significativa do BIM em comparação com um processo centralizado no rascunho é a capacidade de estender o uso do modelo de informações além do design, análise e simulação no campo (construção) por meio de soluções como o BIM Field Trip da Leica. Por exemplo, as agências de transporte estão cada vez mais usando o modelo 3D para operar equipamentos de construção com orientação de máquina GPS (Global Positioning System). Os benefícios incluem maior produtividade e precisão, custos de pesquisa reduzidos, custos operacionais de equipamento mais baixos e um dia de trabalho prolongado.

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BIM 5D para Estudos Preliminares de Empreendimentos

Conceitos arquitetônicos e projetos convencionais não eram nada mais do que esboços, plantas soltas e discussões de área. Estes foram os dias em que os proprietários e arquitetos costumavam discutir estética, necessidades das instalações e vislumbrar a nova instalação ou as mudanças em qualquer uma das instalações existentes.

Discussões sem fatos e números, embora fossem vitais para o sucesso de qualquer projeto de construção civil; os proprietários não puderam avaliar os desenhos conceituais; enquanto a avaliação do orçamento e cronograma do projeto estava completamente fora de questão. Simultaneamente, os construtores não foram capazes de avaliar a possibilidade de divisão em etapas e de “construtibilidade”. Mas hoje, o BIM 5D está enfrentando todos esses desafios em tempo hábil.

BIM 5D para Estudos Preliminares

O objetivo do estudo preliminar e conceituação inicial do projeto era criar um “projeto congelado”. Em vez de recorrer a designs em evolução, a ideia era criar desenhos arquitetônicos que não estivessem sujeitos a novas mudanças. No entanto, os desenhos que os empreiteiros acabam construindo – eram tão imprecisos que se tornou quase impossível obter “desenhos congelados” precisos.

Isso complicou ainda mais os detalhes da intenção do projeto – como o prédio funcionará, como eles serão construídos e quais serão os custos gerais envolvidos. Todos os obstáculos juntos resultaram em mudanças de projeto não planejadas, caras e demoradas ao longo do estágio de construção de muitos projetos.

Esta é a fase em que o consenso sobre o escopo do trabalho, com base nos requisitos e expectativas do proprietário – e estimativas precisas de custos para as entregas do projeto são derivadas. Hoje com ajuda do BIM 5D; proprietários, arquitetos, construtores e engenheiros nos estágios iniciais do projeto – não apenas discutem seus projetos atuais – mas também discutem revisões de desenhos ou alternativas que podem impactar seu projeto – em toda a conclusão.

O BIM 5D permite a avaliação de elementos desde a aparência e preço até o cronograma e a capacidade de construção. O 5D usado com o Revit, apoiado por uma combinação de experiência e o banco de dados de custos de construção e materiais, permite que as partes interessadas criem um projeto de conjunto e um escopo de projeto mais claro.

Benefícios da modelagem BIM 5D

O 5D ajuda na conceitualização de elementos como metragem quadrada para precificação, temporização, layouts e muito mais. Na orientação de uma experiente equipe de projeto de construção e especialistas em orçamentos; os proprietários podem tomar decisões informadas e ter certeza de que obterão a instalação correta.

Outros benefícios do 5D BIM incluem:

  • Os recursos de modelagem visual e de dados abrem novos caminhos para a previsibilidade, resultando em um escopo de projeto mais eficiente. Impulsiona os custos com base em projetos específicos, materiais, condições do local, fases e vários outros parâmetros responsáveis pela produção de informações precisas dentro dos cronogramas do projeto.
  • Ele ajuda toda a equipe do projeto a desenvolver uma compreensão clara do design, dos pressupostos e dos direcionadores de custos propostos. Antes do início do projeto, toda a equipe teria uma descrição concisa e precisa do escopo, custo e cronograma.
  • Dados relevantes quando atualizados, altera automaticamente os custos de construção em tempo real. Ajuda na eliminação de surpresas de última hora que afetam direta ou indiretamente as decisões de financiamento.
  • Dados relevantes são compartilhados em tempo real, como e quando o modelo se desenvolve mais ou quaisquer alterações são feitas. A exploração de conceitos alternativos torna-se possivelmente mais fácil, enquanto a equipe e os proprietários do projeto conseguem ver o custo e outras atualizações de dados em tempo real.
  • O design e o tempo de ciclo de estimativa reduzem significativamente, em comparação com os estágios de estudo preliminar e projeto inicial

Gerenciamento das equipes para economizar custos e tempo

A modelagem 5D BIM permite que os profissionais da construção apresentem a aparência das ideias e como os custos serão afetados. Do projeto arquitetônico e engenharia à construção e construção de especialidades, podem ser empreiteiros ou arquitetos especializados; a ideia é ter todos na mesma página desde o início do projeto de construção.

Nos modelos convencionais de construção de edifícios, os projetos foram concluídos por um arquiteto antes que o contratado possa colocar em prática o custo, o cronograma e a capacidade de construção; considerando que, com o 5D, toda a equipe do projeto pode fornecer insumos e ideias para economizar tempo e custo.

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